Dias doces, de poesia e alegria. Vittoria se sentia feliz, cuidava de suas flores e cantarolava uma cantiga da infância. 

Vittoria andava descalça pela calçada de pedras, adivinhando nelas desenhos e segredos de nuvens. Sentindo um perfume doce de desconhecido que se revela aos poucos, fazendo-se urgente sem admitir. E essas coisas pequenas deixavam Vittoria feliz. Como o sorriso ofertado pelo senhor na praça; a explicação confusa da criança para um irmão misterioso que vivia na barriga da mãe; o cachorrinho tentando alcançar a borboleta; todo o desconhecido que se travestia de poesia a ser lida, enchendo de lirismo os doces dias de Vittoria.

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