Carregava uma saudade nova, doce, leve. Caminhava com passos delicados e insuspeitados, indefinidos ainda num território a conhecer e explorar. E lhe agradava tudo aquilo – doçura, encanto, entrega. Rascunhos de bilhetes, pedaços de sonhos costurados em fiapos de desejos recém-criados; tudo é possibilidade e tudo vai se tornando cada vez mais possível, se concretizando de fato.

Clara, se chamava, e gostava do seu nome, combinava com os dias que vivia, com a vida que escolhera pra si.

Era feliz, do jeito que mais gostava de ser. 

E repartia gentilezas e delicadezas – coisa miúda, muito dela.

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