Diálogos #38

Não apareci aqui em outubro e nem tinha me dado conta de que fazia tanto tempo. Correria, correria, correria. Mas tudo vai muito bem, obrigada. Muita revisão de texto, muito estudo no mestrado, muita leitura, muito tempo com a minha família amada. Aliás, em outubro foi oficializada a Fofamília Pereira Carpes. Eu e o Junior nos casamos no dia 13 de outubro (porque tinha que ser num dia 13) e agora nós quatro somos Pereira Carpes. Mas nem isso deu pra vir aqui contar, para terem uma ideia.

Meus fofinhos continuam uns lindos, amados, encantadores. As falas deles têm indo para o caderninho (que, aliás, deverá ser substituído em breve, pois está no fim), mas não tenho conseguido trazê-las pra cá com a frequência que eu gostaria.

Porém, para matar a saudade e fazer um registro depois de tanto tempo, aí vão dois diálogos meus com o Vi nos últimos dias:

20 de outubro

Vi, te amo.
Crazy, sua ladra!
Por quê?
Por duas coisas: roubaste a minha fala, porque EU ia dizer que te amo, e o meu amor.

3 de novembro

O Victor está longe de mim e me diz:
Crazy, algo acaba de acontecer.
O quê, meu lindo?
Eu passei a te amar mais.

E eu, onde ponho esse amor gigante que sinto por essas coisas lindas? :)

 

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2 respostas em “Diálogos #38

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