Primeiro dia na nova escola

O Rafinha hoje começou a estudar na Escola da Ilha, onde o irmão dele já estuda desde 2008. Ele está indo nesta última última semana antes das férias para fazer uma pré-adaptação, digamos. Porém, ele já está bem adaptado, à vontade na nova escola, com os novos coleguinhas. Ele está feliz por estudar na mesma escola do Victor. Durante a aula, numa brincadeira de sapos e príncipes, adivinha quem foi um dos escolhidos para ser príncipe? :)

Daise: Rafa, como foi teu primeiro dia na Escola da Ilha?
Rafa: Demais!

Encontrão Cultural 2012

Neste sábado, 30 de junho, teve Encontrão Cultural na Escola da Ilha, onde o Victor estuda. Ele apresentou uma maquete do quarto do Rafofura. :)

A maquete do Victor é esta na caixinha marrom.

Eu e o Junior fomos para lá quando saímos da academia. Logo depois, o Rafinha chegou com a mãe dele (eles vieram do Festival do Chocolate, onde o Rafa ganhou sua primeira medalha de natação; era um evento promovido pela academia onde ele nada). Então, fomos todos olhar a sala de robótica, que é um curso que o Victor faz (e ama), às sextas-feiras à tarde, na escola mesmo, com Lego.

Meus príncipes.

Amor gigante que sentimos por esses meninos lindos!

Diálogos #50

O Victor, o Rafa e eu estávamos jogando Banco Imobiliário. A ordem de jogo era: Rafa -> Victor -> Daise. Fiz a minha jogada e anunciei:

Daise: Vai, meu lindo.
Rafa: Quem, eu?
Daise: Sim, Rafinha.
Rafa: Ah, tá. É que eu e o Victor somos lindos, aí eu não sabia de quem tu tava falando.

Os lindos da Fofamília jogando Banco Imobiliário.

Homem-Aranha de galocha

1 – Finalmente consegui encontrar as galochas que eu queria para dias de chuva.

2 – Os meninos, como toda criança, quando veem um par de botas ou às vezes até de sapatilhas pelo chão da sala (shame on me), têm o costume de calçá-lo e sair brincando (o pé do Victor finalmente ultrapassou o comprimento do meu, portanto, tirar a galocha dele ontem foi meio trabalhoso).

Então, ontem, dia em que encontrei e comprei as botas, o Rafofura encarnou o Homem-Aranha, calçou minhas galochas e saiu dançando pela sala de casa ao som de Raul Seixas e Marcelo Nova (música Best Seller, do álbum Panela do Diabo).

Ele começou a dançar, parou, olhou pra mim e me pediu: “Filma, Zêizi?”


Vocês me desculpem o enquadramento ruim, mas é que eu não nasci pra isso. Eu mais olhava pra ele dançando (e ria, de tanta fofura) do que para a tela de retorno da câmera.

A (special) day in the life

Com atraso, mas lá vai o post sobre o show do Paul McCartney.

Olha quem está cantando lá atrás. ;)

Quando eu e o Junior fomos ao show, em 2010, uma coisa me marcou muito. Assim que recebemos a notícia de que tínhamos conseguido os ingressos (depois de anunciarem que eles estavam esgotados), eu e o Junior ficamos eufóricos. O Victor estava conosco e logo começou a comemorar também. Isso porque nós três sempre vamos a shows juntos (quando em teatro ou em outro ambiente que seja adequado para o Victor, por causa da idade dele). O problema é que ao show do Paul McCartney em Porto Alegre ele não poderia ir conosco. Não pelo show em si, claro, mas pelo cansaço que seria aquela aventura. Faríamos um bate-volta a Porto Alegre em único dia, com duas viagens de aproximadamente seis horas, em ônibus, com horas de espera para entrar no estádio e aguardar o show, sob o sol. Explicamos isso a ele, que entendeu, mas ficou muito triste, por acreditar (e nós também) que seria sua única oportunidade de ver um beatle se apresentando ao vivo.

Quando foi confirmado o show em Florianópolis, agora em 2012, acho que eu e o Junior ficamos mais felizes do que o próprio Victor. O principal motivo (pelo menos pra mim) era termos, sim, a chance de levá-lo para ver o Paul McCartney se apresentando em um show que – já sabíamos – seria maravilhoso. De saber que ele teria essa chance e que teríamos o privilégio de dividir esse momento especial com ele. O ingresso foi um dos nossos presentes pelo aniversário de 11 anos do guri.

Baixamos para o novo celular dele (que foi o outro presente de aniversário) a provável lista de músicas que o Paul apresentaria aqui e ficamos aguardando o dia 25 de abril chegar. Foi como esperávamos. O Victor ficou maravilhado, foi muito lindo. Uma das cenas que mais me marcou foi vê-lo de olhos arregalados e boca aberta, fascinado, assistindo à explosão de fogos durante a execução de Live and let die. Inesquecível.

Colo para ele ver Paul tocando ‘Junior’s Farm’, uma de suas preferidas do show.